terça-feira, 10 de agosto de 2010

12 – Esse voltou para a estante...

Nossa! Essa categoria tem umas boas opções. Bom, vou ser direta porque não estou muito a fim de enrolar e divagar sobre diferentes livros.

No começo pensei em falar de A Menina Que Roubava Livros. De fato, antes que eu finalmente conseguisse lê-lo completamente, ele voltou para a estante algumas vezes. E isso também ocorreu com Desculpe Se Te Chamo de Amor, o romance do Federico Moccia. Mas como foram dois livros que consegui finalizar, descartarei.

Bom, eu poderia também falar dos livros de Paulo Coelho, mas nem estava doida para lê-los e muito menos voltaram para a estante – não se iluda, eu não li. Eles foram diretamente para as mãos de quem me emprestou. Por isso o ganhador vai ser O Segredo. Um livro que todo mundo comentava e que eu comprei para conferir e ver se atendia as expectativas, mas qual não foi a minha surpresa ao dormir em todas as tentativas de lê-lo? Resultado: Fracasso total e livro direto para a estante.

11 – Por que fizeram isso com o livro?

Bom, de primeira eu pensei que Crepúsculo ganharia mais uma categoria. Porque vamos combinar que sua adaptação para o cinema foi um lixinho. Deveriam adaptar novamente e chamar o Peter Jackson para dirigir – ele fez um maravilhoso trabalho com a trilogia de Tolkien.

Mas quem roubou a cena de pior adaptação em minha opinião foi Percy Jackson e o Ladrão de Raios. Quem quer que tenha feito esse filme errou a mão e passou do ponto. Não foi apenas o fato da idade das personagens e suas características ficarem completamente diferenciadas das da obra de Rick Riordan. Mas também o modo como foram conduzidas as aventuras e os diálogos de Percy, Groove e Annabeth. Mas um livro que precisa de uma readaptação. Vou ficar torcendo para que SE tiver a seqüência, não seja tão ruim assim.

10 – Eu devia ter nascido nessa época...

Minha nossa senhora! Eu definitivamente nasci na época errada. De fato sempre me imaginei vivendo as histórias como: Tróia – quem sabe eu poderia ter sido mais bonita que Helena? hahaha; Rei Artur – um cavaleiro da Távora Redonda; Alexandre, o Grande – ser uma princesa da Pérsia hahaha.

Mas de fato eu gostaria de viver no mundo de O Senhor dos Anéis. Podia ser uma linda elfa, inteligente e imortal. Ou podia ser a princesa de Édoras e lutar nas batalhas. Ou ainda um mago poderoso. Tantos personagens possíveis... Só não queria ser um Orc, ew imagine o quanto eles devem feder. Em outra vida, a Terra Média foi meu lar.

9 – Queria ser má que nem ela.

Essa é uma categoria muito escassa de personagens. Pois, apesar de torcer pelos vilões, são poucos que merecem minha apreciação. Mas vamos lá...

Não vou mentir que nunca imaginei sendo o Lord Voldemort. Sempre quis matar o Harry Potter e fiquei muito decepcionada por ele não ter morrido. Sempre imaginei que a premonição fosse se cumprir: se um morrer o outro também morrerá – algo assim. Mas aquele-que-não-deve-ser-nomeado não levou a melhor. E tampouco levará sobre essa categoria.

Próximo vilão? Damon Salvatore. O vampiro adora acabar com a felicidade de seu patético irmão. Ele faz de sua vida um verdadeiro inferno e com classe, é claro. Mas ainda assim não ganhará essa categoria. Motivo? Bom, acho que se o tornasse ganhador, eu estaria sob influência da série de televisão. Mas é livro, não é? Então nada de Damon.

O ganhador dessa categoria não é um e sim vários. Dedico-a para todos os maníacos psicopatas criados pela Nora Roberts. Pode parecer estranho, mas sou apaixonada pelos vilões problemáticos dela. Quando leio os livros, não me imagino no lugar dos mocinhos e das mocinhas, que sofrem sem parar, e sim no causador do sofrimento. Estranho, não? Mas enfim... Quem souber algum livro de maníaco psicopata da Nora Roberts, me fala. rs

8 – Minha mãe adoraria tê-lo como genro.

Ui! Essa categoria, apesar de difícil, é gostosa de pensar. Mas só agora eu noto que escolher UM é completamente errado. Acho que deveria ter dado mais espaço para mostrar algumas das perfeições literárias! E agora?

Eu poderia escolher o solitário e atraente Aragorn, que mostrou ser o melhor rei que a Terra Média poderia ter. Mas por que não escolher Hector, o verdadeiro herói e príncipe de Tróia? Avançando um pouquinho no tempo eu me esbarro com o prepotente e sedutor, Edward – de A Rosa do Inverno, acha mesmo que eu escolheria o vampirinho? –, que se transformou completamente nas mãos da Pegeen. Ainda na mesma família, por que não pensar no Jerry? Quem sabe ele não quebraria alguns narizes por minha causa.

Nos dias atuais meu coração dispara só em pensar no Patch. Preciso parar com essa minha loucura de paixões pelos anjos revoltados. O anjo caído do céu definitivamente me seduziu com todo ar malicioso e perigoso. Mas acho que mamãe não ficaria muito satisfeita, né? Então isso o diferencia e dá a vantagem para a outra metade do meu coração, o James. Em Amor de Detetive, a Sarah Mason não apenas fez com que a Holly se apaixonasse pelo detetive bonitão, prepotente e divertido. Eu também caí de amores por ele. Que, após concorrer com todos os outros, ganhou essa categoria.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

7 – Esse casal dá diabetes.

E o ganhador é: Edward e Bella.

Não foi necessário fazer várias especulações sobre vários casais dos quais já li. Essa categoria é basicamente dedicada a um único casal, o da saga Crepúsculo. Digamos que seja pelo fato de na terceira página do livro a Stephenie Meyer já os colocar caindo de amores um pelo outro. Pode não ser explicitamente, mas é ou não é isso que acontece? A Bella totalmente intrigada com o misterioso garoto e toda a sua curiosidade não passa de um amor que supera todos os tempos, o dito amor imortal que vem assombrando as prateleiras das livrarias. E quanto ao Edward? Bem, esse pode dizer que dar até o sangue pelo amor. E nesse caso, a primeira vista, o sangue dado seria exatamente o da sua amada. Que aula de biologia o que, isso está mais para química entre os pombinhos sem graça, não?

Porém, sem graça ou não, o casal diabetes conquistou milhares de fãs. E, apesar do que certas pessoas postam no YouTube para ganhar audiência nas costas da criação da Meyer, eles rendem uma boa leitura. Afinal, lá no fundozinho da sua mente, você nem ao menos por um segundo desejou estar no lugar da Bella? Fale a verdade! Pois é, eu também. Claro que como meu senso aquariano do contra se manifesta sempre: Posso ter pensado em estar no lugar da Bella, mas nunca tão estúpida e idiota quanto ela.

terça-feira, 27 de julho de 2010

6 – Bem que ‘ele’ deveria ser o protagonista.

Não dizem que tudo que é bom dura pouco?
Pois é, essa categoria chegou para fazer minha vida difícil novamente. Eu simplesmente não faço ideia de que personagem eu gostaria que 'saísse das sombras'. Já li muitas histórias que devo ter pensado em como gostaria de saber mais um pouquinho sobre tal personagem, mas e o branco? Minha mente deu branco total - novamente - e não consigo me lembrar das personagens. Eu poderia deixar essa categoria em branco também, que tal?

Mas como não consigo. Por isso vou colocar uma personagem da qual gostei, por incrível que pareça, tanto dos livros quanto da série de televisão. A Bonnie de Diários do Vampiro. Percebe que odeio todos os protagonistas de lá? Pois é, odeio mesmo. Mas gosto da bruxinha com rosto de 'formato de coração' e parece que a L.J. atendeu aos meus pedidos mudos e deu uma oportunidade para a personagem se sobressair no quarto livro da série. Vamos ver se vou gostar tanto da Bonnie em Reunião Sombria, né?

domingo, 25 de julho de 2010

5 – Eu mudaria o final...

Essa foi outra categoria que já sabia o qual escolheria. Pois apesar dos inúmeros finais que imaginei completamente diferentes, o desfecho da saga da Stephenie Meyer me decepcionou demais. Pode-se dizer que eu sou a pessoa mais do contra que existe na face da Terra – exageros a parte – e odeio a felicidade geral da nação. Não que só goste de tristeza, pelo contrário não tenho um lado emo aflorado. Eu gosto de coisas interessantes, diferentes, entusiasticas... E o final de Amanhecer não possiu nada disso ao meu ver.

Não sei se é uma opinião particular – sei que muita gente gostou -, mas eu não vi graça na batalha e nos acontecimentos decorrentes. Sem contar que não só o final como o livro inteiro me deixou a desejar. O momento sexual contendo a repreensão de Edward, a filha – sim, eu tenho problemas com crianças – que é anormal, a ‘amizade’ entre Bella e Rosalie, o momento ‘amor a primeira vista e paixão eterna’ do Jacob por ela, a batalha com os volturi e o que foi aquele poder dela? Tá, sei que muita gente esperava isso e apesar de no fundo saber que Meyer não faria isso, eu esperava AQUELE poder, sabe? Que mataria os carinhas malvados e, pluft, deixaria everybody chocado! But em vez disso, uma barreira de proteção? E ao invés de Alice ser uma traidora e morrer, ela acaba dando a informação da salvação?

Enfim, mudaria radicalmente! Afinal, história de vampiro é ou não é recheada de sangue e morte?

sexta-feira, 23 de julho de 2010

4 – OMG! Que final foi aquele?

Essa categoria, para diferenciar das outras, eu já sabia a resposta. Apesar de ter alguns finais que me surpreenderam como ‘Conte-me Seus Sonhos’ ou ‘Palavras Que Eu Nunca Te Direi’, não foi tanto assim. Ainda teve um que a Nanda acabou de me lembrar com o próprio final dela no desafio: Três Metros Acima do Céu. Mas como eu sempre fui uma boa ‘do contra’, já torcia por aquele final desde o início do livro.


Porém meu final escolhido, desde que criamos essa categoria, é: Não Conte a Ninguém. O livro do Harlan Coben dá a impressão de que você já sabe o que vai acontecer desde o principio. Ele vai apresentando detalhes peculiares e interessantes, mas mesmo assim você em suas suposições já pensa saber como tudo aquilo vai terminar. E então chega aos capítulos finais, você vendo que tem muito mais coisas inimagináveis e completamente surpreendentes que alteram o rumo do suspense o deixando eletrizante.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

3 – Que enredo mais clichê!

Hum, vamos lá. Eu já adiei o máximo que podia isso aqui, mas agora não dá mais. Estou me sentindo totalmente em falta com esse desafio e isso não é bom. Não foi porque eu quis e sim pelo branco que deu na cabeça, por isso não queria chegar aqui e colocar qualquer um. Mas já que não dá mais para fugir...


Existe clichê em todo canto, em qualquer linha. Isso é fato! Mas não quiser que ser clichê seja algo ruim, tudo depende do modo como conduzem as histórias e assim chamam atenção de seus leitores. Por exemplo, os livros de banca são completamente dominados pelo clichê. Tanto que tem horas que você diz basta e joga ele para o lado, mas tem horas que a autora sabe conduzir. Sabe naqueles dias em que você fica na casa da avó e não tem nada pra fazer além de ler o livrinho que ela está lendo? Enfim, tem uns que rendem. Mas saindo dos livros de banca...


Eu pensei e pensei e pensei... E não veio nada na minha cabeça. Pensei mais um pouquinho e apareceram livros como Um Amor Para Recordar. Vamos combinar que essa historinha já é clichê. Mas daí veio dois nomes na minha cabeça: Nora Roberts e Linda Howard. Vamos combinar que tem umas histórias que no início já conseguimos adivinhar o fim. A Nora ainda consegue alternar mais, misturar com elementos místicos e etc. Mas a Linda é sempre aquela coisa de trauma na infância – foi espancada ou estuprada – e perigo eminente e um gostosão que no inicio quer matá-la, mas terminar loucamente apaixonado. Isso seria exatamente o que acontece em Beije-me Enquanto Durmo. Ou mudando a parte do matar para o desconfiar... Pode-se também eleger Matar Por Prazer. Mas se os livros são ruins... Isso é outros quinhentos. A história pode ser conhecida, mas a narrativa e o modo como os detalhes são apresentados fazem a curiosidade falar mais alto.