sexta-feira, 11 de junho de 2010

9º Dia – Série que mais gostei.

A vontade de colocar várias séries surgiu com força total. Até por que são muitas séries das quais eu gosto. Consegui descartar algumas pelo fato de já tê-las citado durante o Desafio – O Senhor dos Anéis e Percy Jackson e os Olimpianos. Então a escolha perfeita foi a série do bruxinho feita pela J.K. Rowling. Trazendo personagens bastante diferenciados e aventuras mágicas, Harry Potter conseguiu me cativar e por muitas vezes gastei minha mesada em seus livros. Valeu muito a pena, pois até hoje gosto de relê-los e sinto falta por não ter mais uma continuação. Resta imaginar um futuro para os personagens então e também um passado para os marotos – duvido que alguém não tenha curiosidade sobre eles nos tempos de estudante.

Mas para não focar somente em Harry Potter, posso acrescentar outras séries que terminei. Como Twilight. O romance vampiresco também foi uma boa leitura. Mas, apesar disso, outros como Para Sempre Os Imortais e O Diário do Vampiro - essa última irei dar mais uma chance por recomendação de uma amiga -, eu fui impelida a abandonar. As histórias semelhantes não foram um incentivo. Saindo do lado sombrio da coisa, algumas das Trilogias da Nora Roberts entram nessa categoria também. A série Mortal ainda não entrou na minha lista, mas até dezembro terei de dar uma chance para ela, só resta esperar para ver.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

8º Dia – O livro que menos recomendo.

Esse é um livro que até hoje não tenho uma opinião formada sobre ele. Acho que é porque eu criei tanta expectativa, que quando comecei a ler fui percebendo que se passava longe do que eu imaginava. Acho que por isso não recomendo muito. O começo você até gosta da Morte. Ela tem suas características sarcásticas divertidas, mas chega num ponto onde você não consegue ultrapassar e desiste. Mas foi dinheiro gasto, não foi? Então eu fiz um esforço e comecei a ler de novo, quando chegou na partezinha fiz um esforço sobrenatural para passá-la e consegui. Depois de alguns capítulos onde o sono predomina você começa a se acostumar com a narrativa de A Menina Que Roubava Livros e vai se aproximando do final. E o final é ótimo, até hoje não descobri se é realmente bom ou se fiquei apenas alegre por ter conseguido terminar.

Não é que seja de todo ruim e que tenha odiado, mas eu prefiro não recomendar. É que nem acontece com os livros paradidáticos, ninguém gosta de recomendar - há não ser talvez os professores. Apesar de ter suas exceções, porém, na maioria, os livros são tediosos e desinteressantes. Acompanhar a Morte contando a história passou longe de ser tão ruim quanto ler Morte e Vida Severina ou Senhora ou Dom Casmurro ou tantos outros. É difícil escolher apenas um que menos recomendo, mas acho que, partindo da ideia de que você nem precisa não recomendar os paradidáticos, só restou esse.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

7º Dia – O livro que mais recomendo.


É difícil dizer qual eu recomendo mais. Porque de fato eu indico muitos livros, mas geralmente depende de cada pessoa. Pois para algumas é ideal o divertido É Agora ou Nunca da Marian Keyes, para outras o drama da Joy Fielding, A primeira Vez, é a melhor opção. São gostos variados. Tem gente que só gosta de romance, deixando assim os livros do Dan Brown de fora da lista. Outros só gostam de livros de aventuras, então vem uma extensa lista que contém, por exemplo, O Senhor dos Anéis. Há quem vai gostar mais dos livros do escritor de auto-ajuda brasileiro Augusto Cury do que os de romance do escritor afegão Khaled Hosseini. Há ainda aquelas pessoas que vão gostar mais do romance adolescente do Federico Moccia, Três Metros Acima do Céu.

Eu recomendo todos esses livros até hoje. Provavelmente devo ter recomendado-os mais assim que terminei de lê-los. Se eu gosto de um livro, adoro fazer as outras pessoas gostar também. Assim posso comentar bem muito. Como, por exemplo, recentemente acabei de ler o suspense Não Conte a Ninguém do Harlan Coben e ando fazendo uma propaganda intensa dele. Lembro que nem ao menos tinha terminado de ler o prólogo e já estava indicando-o. Meu irmão entrou na minha onda e começou a ler o livro também. O bom é que ele gostou tanto que terminou comprando outro livro do Harlan, e eu nem estou me aproveitando disso, não é? Enfim, leiam o livro. Vale a pena!

terça-feira, 8 de junho de 2010

6º Dia – O livro que menos me chamou atenção.

A única dúvida que tive nessa categoria foi entre os livros de Paulo Coelho. Sempre que ia à Saraiva dava de cara com alguns de seus livros, porém nunca tive nenhuma vontade súbita de simplesmente cometer o ato de pegar e folhear algum deles. Como uma curiosa nata, principalmente em relação aos livros, isso já diz que criei uma aversão aos livros dele sem nem ao menos ler. Pois geralmente sou daquelas que tira o livro do lugar, presta atenção na capa, lê a sinopse e, caso goste dela, ainda leio o final para ter certeza. Mas com Paulo Coelho, nada.

Tentando dar uma chance para esse escritor, que muitos dizem ser um fenômeno literário brasileiro, a primeira vez que tentei ler um livro seu não deu muito certo. Pois, após ter um trabalho enorme de pegá-lo emprestado com minha tia, Onze Minutos resultou ser um fracasso total. Para ser franca não consegui nem chegar à metade do livro. Devolvi o livro dizendo que não me interessou a história. Como uma boa fã dele, minha tia decidiu que eu poderia gostar de outro livro dele e me convenceu a levar A Bruxa de Portobello. Além de ficar receosa em começar a ler, quando finalmente o fiz o retorno ao misticismo criado por ele não chegou nem perto de prender minha atenção. E, por diversas vezes, me peguei olhando para a televisão ou cantarolando uma música enquanto tentava ler. A narrativa confusa, desordenada e o escasso mistério que ele tentou criar, teve um único êxito obtido: Fazer-me fracassar consecutivamente e nunca mais tocar em um de seus livros.

5º Dia – O livro que mais me chamou atenção.



Pois é, acho que a facilidade estancou no livro mais caro. Creio eu que em todo meu percurso literário – isso definitivamente soou como se eu fosse uma biblioteca pública abarrotada de livros e fedendo a mofo -, vários livros me chamaram atenção. Alguns responderam corretamente minhas expectativas e até mais, enquanto outros, apesar de não terem sido ruins, não chegaram a tanto. Após matutar um pouco a respeito, concluí que esse seria o livro certo para essa categoria. Apesar de que eu tinha planos para citá-lo só no 7º dia. Pois o livro de Carlos Ruiz Zafón me fascinou.

Lembro-me muito bem de quando o vi pela primeira vez. Há dois anos, quando eu estava cursando o terceiro ano do ensino médio, ao invés de assistir mais uma aula tediosa de química no horário da tarde, eu simplesmente dei uma das minhas escapulidas para a Saraiva – morando ao lado do shopping e a um passo da livraria, até hoje não sei como não virei uma consumista – e me deparei com A sombra do Vento. O nome já me chamou a atenção na hora, mas ao ler a sinopse meus olhos brilharam. Tinha a intenção de esperar minha mesada sair, voltar correndo para lá e comprá-lo. Porém, sabe como às vezes você tem a sensação de que o mundo gira ao seu favor? Pois é, no dia seguinte, em plena aula de algum professor chato, uma amiga me emprestou o livro com as melhores recomendações. Como já se foi notado eu nem ao menos sabia qual era a aula, pois já estava ocupada devorando o livro.
Simplesmente perfeito.

4º Dia – Livro mais caro que comprei.

[Eu devia ter postado esse no domingo, porém por motivos de forças maiores, passei alguns dias sem conseguir entrar aqui no blog. E como não sei se tem alguma regra sobre pular alguns dias... Colocarei todos os post’s até chegar ao dia certo.]

Esse é bem fácil, não precisei nem passar um segundo pensando para me lembrar qual tinha sido o livro mais caro que já comprei na vida. A verdade é que ele me causou um trauma tão grande que seria bem difícil de me esquecer. Pois gastar minha mesada há alguns anos para comprar o volume único de As Crônicas de Nárnia por R$ 69,90 não foi uma das melhores decisões da minha vida, de fato passou longe disso.

Não é que o livro seja ruim de todo, mas é cansativo demais. Sem contar que você empaca em várias partes. E olhe que eu adoro essas sagas envolvendo seres de outro mundo e coisas mágicas. Mas acho que Nárnia não conseguiu encher muito meus olhos. Pelo menos não do mesmo jeito que Senhor dos Anéis, Harry Potter e Percy Jackson fizeram. A única coisa boa é que agora eu penso mais de duas vezes antes de comprar um livro que passe de R$ 30,0 – ok, exageros a parte.

sábado, 5 de junho de 2010

3º Dia – Livro mais barato que comprei.


Minha memória funciona quando quer. Tem momentos em que consigo me lembrar das coisas mais bizarras e mais antigas possíveis. Porém, nesse exato minuto, deu um belo de um branco. Quem disse que consigo me lembrar qual livro foi o mais barato? Eu já comprei tanto livro que lembrar todos os preços é um milagre. É mais fácil de lembrar o mais caro, porque esse doeu até na minha alma. Mas o mais barato?

Posso eliminar algumas opções como os livros de banca, esses eu nunca comprei. Todavia as possibilidades ainda são como um mar aberto na minha frente. Recentemente eu consigo me lembrar qual foi. Quando entrei nas Lojas Americanas do Shopping, não fazia ideia de que encontraria o primeiro livro da saga de Percy Jackson e os Olimpianos – O Ladrão de Raios – e nem que seria tão barato. E como eu estava louca para ler esse livro, nem pensei duas vezes e comprei. Se me lembro bem (lá vem a falha de memória novamente) custou 16 reais. E foi um dinheiro bem gasto, muito bom o livro.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

2º Dia – Livro que mais odiei.



Desde que li sobre o Desafio minha mente já estava trabalhando para descobrir que livro eu mais odiei. Pois eu me considero uma pessoa bastante crítica em relação a livros. Por exemplo, antes de comprar um livro ou ler um e-book, eu sempre leio o final. Se eu gostar, começo a ler, e se eu não gostar, nem me dou ao trabalho. Afinal para que ler um livro onde eu sei que o final não é bom? E não falo de finais felizes, pois eu particularmente não torço pelos finais felizes, deve ser a parte mórbida do meu ser se sobressaindo. O fato de todo esse blábláblá é que são muitos os livros que odeio. De início pensei em falar sobre os livros de Paulo Coelho, tanto que Onze Minutos logo surgiu na minha mente, mas, como não cheguei a terminar nenhum dele, achei melhor optar por um que li até o final e não encontrei nada que valesse a pena.

Por isso decidi falar de Para Sempre – Os Imortais, um livro que ganhei de presente num amigo secreto de Natal. Quando vi que tinha sido lançado logo me veio na mente: ‘É mais um livro de vampiros’. Porém, na medida em que fui lendo, notei que não era só mais um livro de vampiros. Ao que parece a autora, Alyson Noël, decidiu optar pela junção de vários plágios e pegar o bonde chamado Twilight (apesar de que ela não foi a única a fazer isso, verdade?). Personagens que definitivamente não conseguiram me cativar, imortalidade dos vampiros e, até mesmo, uma cicatriz na testa – isso lembra alguém, não é? Pois é, até Harry Potter não conseguiu escapar desse plágio -, tudo isso contribuiu para a história ficar cheia de mistérios que não chamam atenção.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

1º Dia – Livro que mais gostei.

Por um segundo eu pensei: ‘Ai, mas eu gostei de tantos livros’. Porém, no segundo seguinte eu tive a certeza de qual livro eu havia gostado mais. Talvez seja pelo fato de que esse livro foi uma das minhas grandes paixões. Eu fui uma de suas leitoras ávidas, que a partir do momento em que saí da livraria com ele nas mãos já queria devorá-lo. E de fato assim que entrei no meu quarto o devorei. Creio que minha família imaginou que eu tinha virado um zumbi, pois em apenas dois dias eu li em torno de 1000 páginas.

A trilogia de O Senhor dos Anéis, que se divide em três livros – A sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei -, me inspirou de várias maneiras. Sempre tive uma leve mania de imaginar as coisas na mente, mas com a história de Tolkien minha imaginação ficou a mil por hora. Cada linha do livro ou cada ação e fala das personagens eu imaginava na minha mente, embarcava numa época totalmente diferente da minha e, principalmente, não condizente com meu mundo. Estava simplesmente maravilhada com a narrativa, as seqüências dos fatos e as reviravoltas dos acontecimentos. Tinha momentos em que prendia a respiração e não conseguia pensar numa forma dos mocinhos livrarem a Terra Média daquela tragédia toda.

Acho que O Senhor dos Anéis me ajudou a ter outra visão, a sonhar e, inclusive, a ler mais. Deus sabe como eu tentei ler outras trilogias, sagas, séries ou sei lá, procurando encontrar um pouco da magia que encontrei com Tolkien. Mas a verdade é que ficou bastante difícil. Claro que não vou generalizar, pois com certeza eu gostei de muitos outros livros. Mas O Senhor dos Anéis foi marcante na minha trajetória.

Dez livros em dez dias.


Então, eu não queria participar de mais nenhum desafio - tenho dois desafios pendentes e sinto que se entrar em mais algum, me atolarei na merda -, porém a Ana me mostrou esse desafio, "Dez Livros em Dez Dias". Ela o viu no blog de uma outra menina - Luana, blog Partes de Um Diário - e, blábláblá para lá e para cá, decidi participar. Bom, isso já tem alguns dias. Mas fazer o que se a preguiça me domina por alguns bons dias, né? A verdade é que não teria aceitado o desafio se ele consistisse em ler dez livros em dez dias. Mas como não é, cá estou eu pensando e pensando em cada livro que já li que se encaixe em cada dia.


1º dia: Livro que mais gostou.

2º dia: Livro que mais odiou.

3º dia: Livro mais barato que comprou.

4º dia: Livro mais caro que você comprou.

5º dia: Livro que mais te fez ter atenção nele.

6º dia: Livro que menos te fez ter atenção nele.

7º dia: Livro que você mais recomenda.

8º dia: Livro que você menos recomenda.

9º dia: Série que você mais gosta.

10º dia: Livro mais velho que você tem ou leu.

Lá vou eu. *-*